Arroz


Arroz (Oryza sativa L.)O Arroz (Oryza sativa L.) é uma gramínea que fornece uma das principais fontes de alimento da população mundial. A planta é cultivada há mais de 5 mil anos.
   Em meados do século XVII foi introduzido em Iguape (SP) e no início do século XVIII no Maranhão. Hoje, o Brasil é o único país fora da Ásia onde o arroz é considerado uma cultura básica. Mas, mesmo assim, produzimos apenas 2% do total mundial, enquanto a Ásia é responsável por cerca de 90% da produção, destacando-se como principais produtores a China (35% do total mundial), seguida de Índia, Indonésia e Bangladesh. Em área de cultivo, o arroz é a segunda maior cultura do mundo, só superada pelo trigo.
   Há dois sistemas de plantio de arroz: irrigado e de sequeiro. Sendo uma planta hidrófila (que gosta de água), o irrigado é muito mais produtivo.

Tipos mais comum de arroz comercializados
Tipos mais comum de arroz comercializados
Variedades
   Existe um número incontável de variedades de arroz, e a cada ano são lançadas outras, baseadas em pesquisas especiais para cada região, para plantio irrigado ou de sequeiro, de ciclo precoce (cerca de 110 dias) ou tardio (até 155 dias). 

Clima
   O arroz é produzido desde a faixa de 40º de latitude norte (União Soviética) até 35º sul (Argentina), o que mostra ser adaptável a Várias condições climáticas. É exigente em calor e umidade, preferindo temperatura constante de 32°C e solo saturado de umidade.

Solo
   O arroz irrigado prefere solo sedimentar argilo-humífero ou argiloso, sobre camadas impermeáveis do subsolo próximas da superfície, e com topografia plana, com pequena declividade pára facilitar o escoamento da água. O pH preferido é 5,7 a 6,2. Mas, no Brasil, muitas vezes o plantio é feito em condições muito diferentes destas, com ou sem correção do solo. 
   Uma importante parcela do arroz é plantada em fronteiras agrícolas, como cultura de sequeiro às vezes, nessas regiões, é uma simples preparação do terreno, antes da implantação de pastagens. No principal Estado produtor, o Rio Grande do Sul, 65% da cultura de arroz é feita por arrendatários que, sem capital para investir na terra, tiram dela tudo o que podem até vencer o contrato, e depois vão para outros locais. Muitas vezes, os proprietários dessas terras acabam optando também por transformá-las em pastagens.

Época de plantio
   Varia para cada região, pois depende do aproveitamento das chuvas nos períodos críticos da cultura, e também das variações de temperatura e luminosidade. Em geral os produtores esperam a definição dos Valores Básicos de Custeio (VBCs) e dos preços mínimos para decidir se plantam arroz ou não.    Como a divulgação desses preços coincide com a melhor época para plantio e como os atrasos na divulgação são freqüentes, o produtor acaba perdendo a melhor época de semeadura. O pequeno detalhe torna-se um grande problema quando o arrozal está localizado numa região como o cerrado brasileiro, onde a distribuição de chuvas é bastante desigual. A estiagem vem sendo apontada como a principal causa da baixa produtividade nos Estados de Goiás e Mato Grosso, e o plantio tardio só pode reforçar os danos causados pela seca. 
   O rendimento médio do arroz de sequeiro no cerrado gira em torno de 1 100 kg/ha, quando poderia superar facilmente os I 500 kg/ha, se a cultura pudesse aproveitar o melhor período de chuvas. Também a incidência de pragas diminui se a estiagem atinge o arrozal quando este está mais desenvolvido. Uma das pragas mais importantes do arroz, a broca do colo (Elasmopalpus lignosellus), ocorre com maior freqüência quando a estiagem incide sobre a fase de desenvolvimento da planta. Do mesmo modo a brusone doença causada pelo fungo Pyrieularia oryzae  é especialmente favorecida pela seca.
Contornando a estiagem
   Além do  plantio na época correta, existem outras maneiras de minimizar os danos provocados pela seca. A substituição do tradicional sistema de plantio a lanço, por exemplo. Se o arroz é plantado em linhas (com 20 a 40 cm entre linhas e unia densidade de 300 000 plantas por hectare), os tratos culturais são facilitados. As plantas invasoras dos arrozais são muito competitivas no consumo de água e precisam ser retiradas em pelo menos duas capinas: uma aos 20-25 dias e outra aos 45 dias após a emergência do arroz. Quando o plantio é feito a lanço, essas capinas ficam difíceis e o arroz acaba sofrendo falta d'água. Com o plantio organizado em linhas, as capinas também podem ser mecânicas, por tração animal ou trator. Em testes realizados pela Embrapa no CNPAF. a diferença de produtividade entre arrozais com capina e sem capina foi gritante: 2 121 kg/ha na parcela capinada contra 512 kg/ha na parcela sem controle no primeiro ano e 2 993 kg/ha contra 1 508 kg/ha no segundo ano. A diferença foi bem maior no primeiro ano porque ocorreu um veranico, o que reforça a afirmação de que um arrozal limpo de invasoras resiste melhor à estiagem.

Pragas e doenças
Elasmopalpus  fêmea
Elasmopalpus  fêmea
   As principais pragas do arroz são: no solo, cupim, bicho bolo (também conhecido como bicho-gordo ou torresmo), bicheira-da-raiz, a broca-do-colo (elasmopalpus), percevejo castanho, lagarta rosca e coró-de-seco; na parte aérea, percevejo-do-arroz. a lagarta dos-capinzais, curuquerê-do-capinzal, broca da cana-de-açúcar e noiva-do-arroz. Os grãos armazenados podem ser atacados por gorgulhos e traças.

Invasoras
   Entre as invasoras mais freqüentes nos arrozais, existem duas espécies que inspiram maiores cuidados: o arroz-vermelho e o arroz preto, muito comuns nas áreas irrigadas e várzeas úmidas do Sul-Sudeste. Como o arroz comum, o vermelho e o preto são variedades de Oryza saliva L., e em alguns países são explorados comercialmente. No Sudeste do Brasil, entretanto. as variedades não se adaptaram bem e não servem para o beneficiamento porque se partem com muita facilidade. O baixo valor comercial não impediu, porém, que as duas variedades se espalhassem pelos arrozais, transformando-se em invasoras. Como as plantas são muito semelhantes ao arroz comercial, é bastante difícil seu controle. O uso de sementes melhoradas e selecionadas e o plantio de variedades de porte baixo podem ajudar o produtor neste controle. Assim que o arroz começa a emergir, as variedades vermelho e preto se distinguem pelo porte e são erradicadas manualmente. Mas o arroz-vermelho é bastante procurado por consumidores de arroz integral; nesse caso, o fato de não resistir ao beneficiamento deixa de ser problema. Vale lembrar que o produtor deve destruir os restos de plantas invasoras ou removê-las do arrozal sempre que fizer o controle, para evitar a disseminação de sementes e pragas. A melhor opção é incorporar os restos .no solo, não muito superficialmente, ou queimar, caso estejam na fase de amadurecimento.

Sementes
   Todo produtor sabe que as sementes melhoradas são a melhor defesa contra doenças fúngicas e que o potencial de germinação de uma semente pode determinar a boa produtividade do arrozal. Mas são raros os que usam as sementes melhoradas. Em Santa Catarina, 88% dos produtores utilizam sementes próprias ou de vizinhos. Estas sementes foram testadas pela Embrapa e 81,5% do total apresentou um índice de germinação inferior a 81%. Ou seja, a maioria dos produtores catarinenses está perdendo produtividade já na fase de germinação. E não só os catarinenses. Segundo o censo agropecuário de 1980, cerca de 85% dos produtores do Brasil (responsáveis por 83% da produção total de arroz) usam sementes próprias ou de vizinhos. É evidente que a opção por sementes comuns não é mera falta de conhecimento. A escassez de recursos por ocasião do plantio leva o produtor a preterir as sementes fiscalizadas, mais caras.
   Para contornar esse problema, o rizicultor pode reservar uma parcela do seu arrozal para a produção de suas próprias sementes. Alguns cuidados especiais serão necessários nesta parcela. As variedades de porte baixo são recomendadas, porque resistem ao acamamento  quando os talos da planta dobram sob o peso dos grãos. tocando o solo. A resistência ao acamamento evita que os grãos apodreçam ou sejam comidos por ratos. Antes da colheita normal, o produtor deve escolher as plantas mais vigorosas, sem vestígios de doenças ou ataque de pragas. Essas plantas fornecerão os grãos para a parcela de produção de sementes. Os grãos de cada planta são semeados, então, em sulcos distintos, de 1 m de comprimento. As plantas que apresentarem crescimento desigual devem ser eliminadas. O restante é colhido normalmente, e as sementes são armazenadas em local fresco e ventilado, com 13% de umidade. aproximadamente. Na ocorrência de veranico durante a fase de florescimento, a parcela destinada à produção de sementes deve ser irrigada, porque a falta d'água, nesta fase, provoca
a esterilidade dos grãos. 

Plantio de mudas
Mudas de arroz para serem transplantadas
Mudas de arroz para serem transplantadas
   Para garantir a máxima uniformidade (e produtividade) do arrozal, após a seleção de sementes o produtor deve adotar o sistema de transplante de mudas. Ideal para pequenos produtores, que não vão precisar de muito espaço para as sementeiras, o sistema de transplante deve ser utildado pelo menos nas parcelas destinadas à produção de novas sementes. Antes do plantio, os grãos devem passar por uma pré-germinação: são colocados na água por 24 a 36 horas, à temperatura ambiente (25ºC).
   Depois são semeados em caixas de 60 x 30 x 50 cm, na densidade de 300 g por caixa. Com duas a três semanas, as plantinhas devem estar com duas folhas e já podem ser transplantadas. Para grandes áreas, já existem transplantadeiras mecânicas. No arroz irrigado ou de várzea com drenagem, o transplante de mudas deve ser feito em quadros (ou tabuleiros) de 300 m2, com lâmina d'água de 1 cm. O espaçamento ideal é de 30 x 15 cm, com três a cinco mudas por touceira. O nivelamento do solo em cada tabuleiro é fundamental. Além de garantir a melhor distribuição de água, evita uma das pragas mais importantes do arroz irrigado, que é a bicheira da raiz (Orvzophagus oryzae). A bicheira
se propaga nas partes mais fundas do tabuleiro, quando não há uniformidade na lâmina d'água.

Alternativas de adubação
   Depois da uniformização da cultura, uma das questões mais delicadas no plantio de arroz é a adubação nitrogenada. Ao lado do sódio, do potássio e do zinco, o nitrogênio é um dos nutrientes a que o arroz melhor responde. Mas também é uma fonte de problemas. O excesso de adubação nitrogenada favorece a  proliferação de várias pragas e doenças importantes. O nitrogênio mineral, se colocado no mesmo sulco das sementes por ocasião do plantio, também queima os grãos e provoca baixa germinação. Pesquisadores da Embrapa vêm procurando alternativas de adubação. De acordo com uma pesquisa do agrônomo Itamar Pereira de Oliveira, do CNPAF, o uso de biofertilizantes em rotação com o plantio de feijão pode ser uma dessas alternativas. Biofertilizante é o efluente do biodigestor após a extração do gás ou o líquido resultante da fermentação em tanques de esterco animal. Segundo os testes realizados no CNPAF, o feijão é adubado com 12 a 24 t/ha de biofertilizante, colhido, e os restos da cultura são incorporados ao solo para suprir as necessidades de nitrogênio. Em seguida é plantado o arroz, adubado com 6 a 12 t/ha de biofertilizante. A produtividade média obtida foi de 2 150 kg/ha de arroz de sequeiro, enquanto a média regional, no cerrado, é de 1 100 kg/ha. A adubação verde. especialmente com mucuna, dá também excelentes resultados.

Azola   Para pequenos produtores de arroz irrigado ou para o plantio de várzeas. existe uma alternativa ainda mais eficiente: a azola (Azolla pinnata), uma planta aquática que vive em simbiose uma alga chamada Anabaena azollae azola tem grande capacidade de fix de nitrogênio e, quando incorporada solo, não apresenta nenhum dos pro mas do nutriente mineralizado. Tem da a vantagem de liberar o nitrogênio gradativamente, reduzindo assim, a perda lixiviação ou evaporação.    A azola é cultivada em viveiros durante todo o ano e colocada no solo em agosto, sobre uma lamina d'água de 3 cm, no máximo, 200 a 300 g/m2 são suficientes. Na época do plantio, em novembro, a azola já formou um tapete verde nos tabuleiros água pode ser drenada. Aí é feita a incorporação com enxada comum ou rotativa, em seguida se planta o arroz, por mudas.
   Assim que o arroz nasce e é inunda coloca-se nova dose de azola na lâmina d'água. Sem competir com o arroz planta vai formar um novo tapete ver que, após a colheita, servirá de adubo para o cultivo de inverno. O mais importante, para a azola, é a altura da lâmina d´água. Apesar de ser uma planta aquática  ela fixa suas raízes na terra, e uma lâmina muito alta pode matar a planta. Segundo testes realizados pela Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig), a adubação com azola equivale aplicação de 45 a 75 kg/ha de nitrogênio.
   A produtividade média obtida em quatro testes foi de 7 300 kg/ha de arroz irrigado. Um recorde que justifica o templo edificado no Vietnã onde a azola é utilizada desde o século XVII  em homenagem a Khong Minh Khong, um gigantesco monge budista responsável pela propagação da planta nos arrozais do Rio Vermelho. Clique aqui para acessar nossa publicação sobre a Azola

Consórcio com leguminosa 
colopogônio   Uma terceira alternativa para suprir as necessidades de nitrogênio do arroz é o consórcio com uma leguminosa de ciclo longo, como o calopogônio (Calopogonium muconoides). E o sistema mais indicado para arroz de sequeiro, onde a azola não pode ser cultivada. O arroz é plantado ao mesmo tempo que o calopogônio, e a diferença de ciclos (90 a 120 dias para o arroz  180 a 220 dias para a leguminosa) contorna o problema da concorrência. Durante rápido crescimento do arroz, a leguminosa se desenvolve pouco, apenas o suficiente para abafar as plantas invasoras.
   Assim que o arroz é colhido e a luminosidade incide sobre o colopogônio, o desenvolvimento deste é acelerado. Sua produção chega a 41 t/ha de massa verde que podem ser incorporadas, ao solo durante a floração. Caso o produtor tenha gado, o calopogônio pode ser utilizado como pastagem durante a floração e só depois incorporado ao solo para o plantio de arroz da safra seguinte. Cerca de 3 kg de sementes de calopogônio devem ser misturados em cada saco de 40 kg de sementes de arroz precoce. É importante que a mistura seja bem-feita, para obter homogeneidade no plantio. O espaçamento e população do arroz são os mesmos do plantio de sequeiro, e a produtividade, a partir do segundo ano, eleva-se em média 42% em relação ao arroz solteiro. Clique aqui para acessar nossa publicação sobre a Calopogônio

Segunda colheita 
   Se o plantio do arroz irrigado for realizado na melhor época e os tratos forem adequados, após a primeira colheita haverá uma rebrota dos talos, com nova produção de grãos. E a com chamada soca do arroz, geralmente desprezada pelos produtores porque apresenta um rendimento muito baixo. Bem manejada, entretanto, a soca pode ser bastante produtiva. Sem muito trabalho, a soca é colhida dentro de 78 dias e chega a alcançar 73% da produtividade da primeira colheita. A escolha da variedade é o mais importante, porque alguns cultivares crescem de maneira desuniforme na rebrota. Para Rio de Janeiro, as melhores  variedades são IAC-899 e IR-841: Em Minas pode ser usada a MG-1 e em Goiás for- a IR-841 ou Cica-8. 
    Depois da escolha de e a variedades, a altura do corte na primeira colheita é o que determina o sucesso da soca. Os talos devem ser cortados a 15 ou 20 cm do solo, para que não sejam prejudicados pela lâmina d'água. Os produtores que têm possibilidade de controlar a, a irrigação por gravidade, sem gastos com de, bombas d'água, devem dar banhos periódicos na soca, em vez de manter a lâmina de água contínua. Assim que a soca é colhida, planta-se outras culturas como a, aveia forrageira, trigo ou feijão. Nas conina dições dições de clima e solo do Rio de Janeiro, o feijão é a melhor opção, especialmente  a palha do arroz colhido for utilizada como cobertura morta.

Colheita e secagem 
   Para conseguir o, melhor preço pelo seu arroz, o ideal é que o produtor faça a colheita em dias de sol, assim que cerca de 80% dos cachos estejam maduros. Em regiões de plantio de várzea, onde o início das chuvas coincide com a colheita, como Amazonas e Pará, os grãos podem passar por secadores solares, já testados na Unidade de Execução de Pesquisa de Âmbito Estadual (UEPAE), de Manaus.
   Na colheita manual, os cachos são cortados com uma faca pequena, batidos e depois secam ao sol, em camadas de 5 a 6 cm, durante três a quatro dias, Quando a parcela de arroz colhido se destina à semeadura do ano seguinte, a temperatura dos e grãos deve ser controlada. Mesmo ao sol, a temperatura pode ultrapassar os 43°C, o que prejudica a germinação. 
   Assim, é melhor revolver o arroz constantemente, de modo a manter a temperatura o mais baixa. Os produtores que dispõem de maquinaria para o beneficiamento do arroz devem tratar os grãos, evitando quebras e gessamento (quando o arroz fica branco e opaco). O tratamento mais simples é a atapa usada originalmente a no sudoeste da Asia. Os grãos são encharcados à temperatura ambiente por 24 horas e depois secados ao sol. Em Santa a Catarina, o método mais utilizado é a maceração, um pouco mais sofisticado.
   Os grãos são imersos na água, à temperatura ambiente, em tanques de alvenaria, por 48 a 72 horas. Estando inchados a ponto de iniciar a germinação, os grãos são submetidos à secagem rápida, feita a temperaturas entre 120 e 150°C. Em seguida, o arroz é resfriado e beneficiado.
   Alguns engenhos fazem essa secagem rápida a temperaturas superiores a 300ºC, mas o índice de gessamento tem sido alto neste sistema. Segundo pesquisas da Empresa Catarinense de Pesquisa Agropecuária (Empasc), é preferível usar água aquecida a 40 a 60°C para o encharcamento e fazer a secagem a 150ºC, no máximo.
Produção e produtividade 
    No Brasil, o consumo anual é de, em média, 25 quilos por habitante. O Rio Grande do Sul é o maior produtor de arroz irrigado. Já a área plantada com arroz de sequeiro, em terras altas, fica concentrada na região Centro-Oeste (Mato Grosso e Goiás); Nordeste (Piauí e Maranhão) e Norte (Pará e Rondônia). As pesquisas atuais priorizam ações para consolidar a presença da cultura em sistemas de produção de grãos nas regiões no Cerrado e, especialmente, com adaptação ao sistema de plantio direto. Entre 1975 e 2005, o Brasil reduziu a área de plantio em torno de 26% e, mesmo assim, aumentou sua produção de arroz em 69%, graças ao aumento de 128% na produtividade média. O crescimento da produção permitiu ao país tornar-se autossuficiente em arroz na safra 2003/2004. Em 2005, o Brasil chegou a exportar 272 mil toneladas de arroz. Hoje apenas 5% da produção nacional é destinada à exportação. Fonte: Ministério da Agricultura

Composição por 100 g 
Arroz cozidoArroz cozido
167 calorias, 2,3 g de proteínas, 3 mg de cálcio, 54 mg de fósforo, 0,8 mg de ferro, 0,02 mg de vitamina B1, e 0,02 mg de vitamina B2. 
Farinha de arroz
366 calorias, 6,4 g de proteínas, 24 mg de cálcio, 135 mg de fósforo, 1,9 mg de ferro, 0,10 mg de vitamina B, e 0,05 mg de vitamina 13mg.
Arroz integral
357 calorias, 8,1 g de proteínas, 22 mg de cálcio, 250 mg de fósforo, 2,0 mg de ferro, 0,36 mg de vitamina B1 e 0,06 mg de vitamina B2.

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