Guandu-anão

   Das 86 variedades do guandu (Cajanuscajan (L.) Millsp.), o anão, que o Centro Nacional de Pesquisa de Arroz e Feijão (CNPAF), da Embrapa, em Goiânia(00), importou do Centro Internacional de Agricultura Tropical (CIA T) da Colômbia, é o que melhor tem se adaptado a regiões tropicais e subtropicais e a solos de pouca fertilidade como os do cerrado. É uma leguminosa de caule tenro,com altura média de 1,40 m, boa produção de massa verde, matéria seca e grãos: 18, 5 e 1,5 t/ha, respectivamente. Os primeiros experimentos com O guandu-anão, em 1981, no cerrado goiano, revelaram que ele é fácil de manejar, resiste bem ao ataque de pragas e pelo seu pequeno porte é indicado principalmente como adubo-verde.

Plantio
Guandu-anão
Guandu-anão  (clique para ampliar)
   O ideal é plantar o guandu em linhas, nos meses mais quentes do ano,quando ele atinge cerca de 1,4 m. Para isso, utiliza-se uma plantadeira mecânica, de tração animal. O espaçamento recomendado é de 50 em entre linhas, distribuindo-se de 20 a 35 sementes por metro linear, à profundidade de 3 cm. Em média gastam-se 40 kg/ha de sementes. Em solos de baixa fertilidade, é aconselhável uma adubação no sulco, com 20U kg/ha de fosfato de rocha. A incorporação deve ser feita aos noventa ou cem dias do plantio. A semeadura, logo após a incorporação, será prejudica pela fermentação da massa verde. Por isso, convém fazê-la somente vinte dias depois.

Tratos culturais
    Nos primeiros dias após a emergência, as plantas do guandu ainda são frágeis e, em conseqüência, sujeitas à infestação de invasoras. Nesse caso, é preciso capinar nos primeiros trinta dias do plantio, Após esse período, as plantas, já desenvolvidas, estão em condições de controlar a infestação. A colheita dos grãos é feita manual ou mecanicamente, quando, aproximadamente, 90% das vagens estiverem secas.

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